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POVOADO SE FORMOU NO SÉCULO 19
Casa do Sr. José Batista de Lima, fundador do povoado.

Antigo povoado de Ribeirão Claro, Guapiaçu ganhou título de Distrito de Paz em 1927, com a lei número 2.215, mas só foi instalado em 18 de março do ano seguinte.

A história registra que os primeiros povoadores surgiram no final do século 19. Construíram casas de pau a pique em um pequeno descampado, mais tarde denominado Largo da Igreja. No local, ergueram um cruzeiro, ao lado do qual foi erguida uma pequena capela. Os primeiros moradores deram ao lugar o nome de São Sebastião do Ribeirão Claro, nome do rio que passava 500 metros abaixo do largo.

Estátua de busto do Sr. José Batista de Lima, na atual Praça de São Sebastião.
Nenhum historiador ou estudioso conseguiu, até hoje, precisar quem foi o fundador do povoado. Se aceita a versão, não comprovada, de que o fundador teria sido o coronel José Batista de Lima, grande proprietário de terras na época. Em sua homenagem, moradores antigos ergueram uma estátua de seu busto, na atual Praça de São Sebastião.

Oficialmente, sabe-se que o doutor Álvaro Pereira Guedes, agrimensor que morava em São José do Rio Preto, conseguiu, por meio de carta de adjudicação, a posse do quinhão número 24, com uma área de 23 alqueires e 22.465 m², encravada na fazenda Ribeirão Claro, de Venturosa Maria de Jesus. A carta de adjudicação foi registrada no Cartório Imobiliário da Comarca sob o número 13.193, em 15 de agosto de 1919. Com o título das terras registradas, doutor Guedes elaborou uma planta de loteamento, reservando uma área no largo da igreja com 113 por 115 m² para doação ao Patrimônio de São Sebastião do Ribeirão Claro. As informações constam do registro número 14.441, de 10 de outubro de 1919.

Primeira capela construída pelo Sr. Francisco Esteves.
A nova igreja em construção.
Igreja Matriz da cidade.


O antigo largo da igreja é a atual Praça São Sebastião, onde está a Igreja Matriz da cidade. O povoado teve várias denominações desde então: Vila São Sebastião, Nova Petrópolis, São Sebastião do Ribeiro Claro, Ribeirão Claro e Guapiaçu. As denominações oficiais foram somente Ribeirão Claro e Guapiaçu.

Guapiaçu foi elevado à categoria de paróquia de São Sebastião do Ribeirão Claro por um decreto de 14 de fevereiro de 1931, em vigor desde 5 de julho de 1932. O decreto foi assinado pelo bispo dom Lafaiete Libânio. A paróquia foi entregue ao vigário Henrique Ronchant. A Igreja Matriz foi inaugurada no final de 1.938. O vigário era o padre Ovídio Simon. O lugar foi denominado Guapiaçu pelo Decreto de Lei 14.314, de 30 de novembro de 1944, em vigor a partir de 1.º de janeiro de 1945.

Guapiaçu , em tupi-guarani, significa "Cabeceira Grande" e não Águas Claras como se dizia. A elevação a município, na mesma comarca, com sede na vila de mesmo nome e com território desmembrado de respectivo distrito, aconteceu em 30 de novembro de 1953, com a lei 2.456, em vigor a partir de 1.º de janeiro de 1955. Como município, foi constituído do distrito de Guapiaçu.

A economia do município se sustenta na Agropecuária, produzindo café, arroz, feijão, milho, avícola de corte, cana de açúcar etc. O município fica distante da Capital do Estado 430 km, e a 17 km de São José do Rio Preto. Limita-se com São José do Rio Preto, Olímpia, Cedral, Uchôa, Talhados, Onda Verde e Altair.

Guapiaçu se tornou Independente de São José do Rio Preto, política e administrativamente em 1953, de acordo com a lei estadual 2.456 de 30 de Novembro daquele ano, mas o município só foi instalado em 1º de Janeiro de 1955. Até então gozava do distrito de Paz, condição a que foi elevado em 28 de novembro de 1927 pela lei 2.215, sancionada pelo então presidente do Estado de São Paulo Julio Prestes de Albuquerque. Na época o povoado era denominado Ribeirão Claro. O nome Guapiaçu foi definitivamente adotado em 1945, pelo decreto de lei 14.334, editado no ano anterior pelo interventor federal no estado de São Paulo - Fernando Costa.

Antes de sua emancipação, Guapiaçu foi administrada por subprefeitos. O primeiro prefeito eleito em 1954 foi João Segura Lopes, que ficou no cargo até 1958.
 
Veja outras fotos:
Casa comercial do Sr. Sebastião Juste.
Veículos que pertenceram a empresa de transportes coletivos do Sr. João Romero Perez em 1936.
Veículos que pertenceram a empresa de transportes coletivos do Sr. João Romero Perez em 1936.
Vista da cidade em 1956.
Vista aérea.
Rua XV de Novembro.


Bandeira de Guapiaçu
 
Bandeira de Guapiaçu.
A Bandeira de Guapiaçu, assim se descreve; de azul, com três faixas onduladas de branco e um círculo central de branco, brocante, carregado do brasão de armas do município de Guapiaçu, em 14m (quatorze módulos) de altura por 20m (vinte módulos) de comprimento; as faixas, tem 2m (dois módulos) de largura, o circulo central tem 8,5m (oito módulos e meio) de diâmetro e o Brasão de Armas neste aplicado, tem 6,5m (seis módulos e meio) de altura.

De acordo com a Lei nº 538/76 de 10 de Setembro de 1976.


Brasão de Armas do Município
 
Brasão de Armas do Município.
O Brasão de Armas de Guapiaçu foi idealizado pelo Dr. Lauro Ribeiro Escobar do Conselho Estadual de Honrarias e Mérito.

O Brasão de Armas instituído tem a seguinte interpretação:
I – O escudo ibérico era usado em Portugal na época do descobrimento do Brasil e sua adoção evoca os primeiros colonizadores e desbravadores da nossa Pátria.

II – A cor azul (Blau) tem significado heráldico de nobreza, dignidade, doçura, formosura, justiça, firmeza incorruptível preservação, zelo e lealdade, referindo-se aos atributos de administradores e munícipes no relacionamento leal e no firme propósito de trabalhar pelo engrandecimento do município.

III – As faixetas onduladas de prata, indicam as riquezas hidrográfica do município, por representarem os rios, pois até o nome “Aguas Claras”, anterior ao atual nome Guapiaçu, já o demostrava.

IV – O Metal prata é símbolo de felicidade, pureza, franqueza, verdade, integridade, amizade, lembrando ainda o ambiente sadio de que desfrutam os munícipes.

V – Sobre as faixas onduladas que lembram os rios e a prata, uma Faixa Dourada que tem significado de Chefe de Ouro, que é peça honrosa de primeira classe e o metal ouro representa riqueza, esplendor, generosidade, nobreza, glória, poder, força, fé, prosperidade, soberania e mando objetivo dos munícipes, que para a prosperidade de Guapiaçu, constroem seu progresso.

VI – Sobre a faixa de Ouro, três flechas evocam São Sebastião, o Santo padroeiro de Guapiaçu.
O colorido das flechas é vermelho (Gales) representam coragem, valor galhardia, nobreza, generosidade e honra.

VII – A coroa mural é o simbologia da Emancipação Política, é de prata, com 8 torres, das quais apenas cinco estão aparentes e as portas abertas sable (preto) indicam o caráter HOSPITALEIRO, do povo de Guapiaçu.

VIII – Os ramos de laranjeira e cafeeiro, produzindo, proclamam a fertilidade das terras generosas de Guapiaçu.

IX – O Listel (a faixa onde está escrito) o nome Guapiaçu Identifica o Município.

De acordo com a lei nº 538/76 de 10 de Setembro de 1976, Prefeito Municipal Alcides Bega.
 
 
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